O cordel e o ensino através da arte incluindo a diversidade  – Por Gualter Alencar do Couto *

Este Tema é muito recorrente nos dias atuais, aponta a literatura de cordel como patrimônio histórico cultural brasileiro reconhecido pelos mais de 100 anos de existência que é introduzida na escola tento a forma e desenvoltura de aproximar o ensino sendo assim podemos dizer além-fronteiras culturais do saber, o cordel se auxilia deste ensino utilizando a cultura popular como inclusão em teoria X prática e argumentando estes fins educacionais. Os críticos literários defendem o velho argumento de que esta literatura tem o direito argumentativo do ensino por pertencer a primeira forma de aprendizagem, logo são barrados pelo ditos imortais tradicionais das letras como escritores de vanguarda que desvalorizam a singeleza e a naturalidade da versificação.

No Rio Grande do Norte através da assembleia estadual aprovou o uso da literatura de cordel no ensino e a Amlc-Academia Mossoroense de literatura de cordel desenvolve nas instituições o projeto cordelteca na biblioteca com escolas e instituições públicas e privadas, na cidade   de Mossoró no entanto esta mesma literatura já vem sendo utilizada para comtemplando ajudando  na saúde mental dos indivíduos como exemplo poderemos citar o cordel editado pela FIOCRUZ, portal do governo brasileiro nominada brasiliana com a divulgação cientifica do Brasil intitulado novos tempos para o doente mental.

Segundo Moreno  &  Guedes (1997,  p.  27),  “chamamos  ensaio curto um texto que exponha  ou  discuta ideias sobre um determinado tema e que tenha um tamanho variável entre quatro e dez parágrafos”.  As especificidades funcionais do ensaio curto podem ser assim sistematizadas:

Segundo Moreno  &  Guedes (1997,  p.  27),  “chamamos  ensaio curto um texto que exponha  ou  discuta ideias sobre  um determinado tema e que tenha um tamanho variável entre  quatro e dez parágrafos”.  As especificidades funcionais do ensaio curto podem ser assim sistematizadas:

Segundo Moreno & Guedes (1997, p.27),”chamamos ensaio curto um texto que exponha e discuta ideias sobre um determinado tema e que tenha um tamanho variável entre quatro e dez parágrafos”; sendo assim vamos fazer um recorte corroborando com o tema que a literatura de cordel surgiu no século XIX em Portugal e Espanha vendida pelos cegos em um grande corredor e Luiz da Câmara Cascudo em seu livro cinco livros do povo faz registro na página 37 no registro de Dom Fernando Colón há menção de duas edições uma 1524 comprada em Cetina paládio e outra datada de 1520 os versos cujo título era relevante da história da donzela Teodora um ato fluentemente inclusivo pela valorização aos deficientes visuais que por si fecundavam o seu estilo de participar direta ou indiretamente desta linguagem popular que no Brasil foi povoada pelo nordeste brasileiro germinando conhecimentos através dos repentistas criação brasileira no estado Paraibano.

A literatura de cordel surgiu com suas técnicas a partir do repente com sua métrica rima e oração, melodia e a canção e tipicamente nordestino se espalhou para outros setores além fronteiras culturais gerando a informação rápida dos acontecimentos como registro; Sobre tudo transmitiu ao mundo a nossa existência.

Gualter Alencar do Couto* – É psicólogo, pós-graduando do IFRN campus Mossoró, poeta cordelista e presidente da Academia Mossoroense de Literatura de Cordel.